Em 2024, a renda média mensal real do trabalhador no Rio Grande do Norte cresceu 9,8%, chegando a R$ 2.448,00, acima da média do Nordeste, mas ainda abaixo da nacional. A massa de rendimento mensal do estado aumentou 25,5%, atingindo R$ 3,9 bilhões. A proporção de pessoas com rendimento habitual também cresceu, passando de 36,8% para 40,2%.
Apesar dos avanços, a desigualdade de renda persiste. Homens continuam ganhando mais que mulheres, e a diferença entre os rendimentos pouco mudou. O Índice de Gini subiu para 0,527, colocando o estado entre os mais desiguais do país. A renda dos 10% mais ricos é 14,6 vezes maior que a dos 40% mais pobres.
Enquanto os rendimentos do trabalho e de programas sociais aumentaram, houve queda de 5,3% no valor médio das aposentadorias e pensões.








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