Fechado há quatro meses, o Mercado da Redinha continua sem previsão de reabertura definitiva, mesmo após R$ 25 milhões investidos na reforma. Inaugurado duas vezes desde 2024, o espaço voltou a ser fechado após poucos dias de funcionamento. Permissionários relatam dificuldades financeiras, improvisam suas atividades e cobram prioridade da Prefeitura.
A gestão estuda uma nova tentativa de concessão do mercado via Parceria Público-Privada, com edital previsto para o fim de julho, após o fracasso da primeira tentativa. Enquanto isso, a tradicional ginga com tapioca perdeu seu ponto central de venda, e o auxílio emergencial de R$ 1.200 é visto como insuficiente.
Além do mercado, o antigo Redinha Clube, em obras para se transformar em Centro de Artesanato, também segue fechado e com problemas estruturais. A conclusão foi prorrogada para outubro de 2025. Moradores, trabalhadores e representantes políticos criticam a falta de avanços concretos nos dois equipamentos.







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