A poda do maior cajueiro do mundo, em Pirangi do Norte (RN), foi adiada para fevereiro de 2026 porque a árvore entrou em período de floração e frutificação. A intervenção, determinada pela Justiça em 2023 após mais de 10 anos de processo, deve custar R$ 200 mil e durar até seis meses, incluindo ações contra pragas como cupins.
O caso divide opiniões: moradores e comerciantes defendem a poda por segurança, enquanto ambientalistas alertam para riscos à saúde da árvore centenária. O Ministério Público pede critérios técnicos mais claros antes da execução. Reconhecido pelo Guinness Book desde 1994, o cajueiro ocupa 10 mil m² e recebeu mais de 350 mil visitantes em 2024.







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