O julgamento do caso Zaira Cruz, universitária de 21 anos encontrada morta durante o Carnaval de Caicó em 2 de março de 2019, começou nesta segunda-feira (1º) em Natal. O acusado é o sargento da Polícia Militar Pedro Inácio Araújo de Maria, ex-namorado da vítima, que nega o crime. A previsão é de que o julgamento dure até sexta-feira (5), com mais de 20 depoimentos, e ocorra de forma restrita à família.
A investigação aponta que Zaira foi estuprada duas vezes e morta por estrangulamento. O Ministério Público acusa Pedro Inácio como autor. Já a defesa afirma que Zaira morreu por causas naturais, argumentando que não há sinais de asfixia nem de violência sexual no corpo, e que a perícia inicial teria sido equivocada.
A família da vítima contesta, dizendo que as provas periciais confirmam o assassinato por estrangulamento.
Este é o segundo Júri Popular do caso: o primeiro, em junho, foi cancelado após a defesa deixar o plenário alegando cerceamento, depois que o juiz barrou perguntas consideradas ofensivas pelo Ministério Público. Todas as testemunhas de acusação já haviam sido ouvidas.
Estão previstos 23 depoimentos, incluindo o réu e testemunhas de defesa e acusação.







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