A Polícia Civil do Rio Grande do Norte investiga um casal de empresários suspeito de fraudar contratos com escolas públicas na Grande Natal, por meio da falsificação de notas fiscais e documentos. O esquema, ativo desde 2018, pode ter causado um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão aos cofres públicos.
Segundo as investigações, os empresários vendiam produtos diretamente às escolas, sem licitação, utilizando notas fiscais falsas para evitar o pagamento de impostos. A empresa também apresentava documentos forjados para simular regularidade fiscal e trabalhista.
A ação faz parte da Operação Apáte, que cumpriu sete mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais, escolas e secretarias de educação em Natal, Parnamirim e Nísia Floresta. Os investigados estão proibidos de deixar a comarca e de manter contato com outros envolvidos. A operação teve início a partir de informações da Secretaria Estadual de Fazenda.








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